aventuras em 4x4

quinta-feira, janeiro 12, 2006

9º Dia
Atar – algures perto de Bou Naga, a caminho de Nouakchott
06h00-18h30
150 km
Fantástico!

O dia foi bastante duro, começando com o despertar às 05h30; às 06h00, rolávamos já em direcção a Akjout para vermos o início da 7ª etapa do Dakar.
Seguimos cerca de 30 km por asfalto e, no cruzamento certo, tomámos a pista da prova seguindo durante cerca de 20 km pelo percurso que todos os concorrentes teriam de enfrentar. O primeiro lugar onde parámos estava ocupado por um grupo de fotógrafos profissionais que faziam a cobertura da prova. Neste local, observámos a passagem das motas e a sensação de ver aquelas máquinas a serpentear as dunas e saltar os vários degraus formados pelos diversos extractos de areia foi fantástica. Para ver a passagem dos carros e camiões decidimos escolher outro local e continuámos pista fora até descobrir um sítio fabuloso. Para melhor ilustrar o tipo de cenário, basta referir que lá estava estacionado o helicóptero que faz a recolha de imagens e uma série de repórteres fotográficos e cameramen.
A passagem dos 2 Mitsubishi foi muito boa, destacando-se a condução do Peterhansel, mas o verdadeiro espectáculo começou quando os VW traçaram uma trilha que os levava ao topo de um conjunto de dunas de grande inclinação mesmo à nossa frente. Se isto já estava a superar todas as nossas maiores expectativas, a cereja em cima do bolo foi a sucessão de atascanços nesta passagem, incluindo alguns voos pelas dunas abaixo e respectivas mazelas nos carros, tudo isto misturado com a passagem dos enormes camiões que muitas vezes ultrapassavam os vários carros plantados no areal.
Esta azáfama ocupou-nos até às 14h00, tendo nós tido ainda tempo de ajudar todos os pilotos portugueses que se enterraram só para parara e cumprimentar-nos. De seguida, continuámos pela pista, que nos surpreendeu pela dureza e quantidade de pedra que caracterizava o percurso. Nas 3 horas que conduzimos até ao final do dia, fizemos 100 km, uma média de cerca de 30 km/h. A etapa de hoje, descrita pelo director de prova como rolante, tem 500 km e imagino que os concorrentes mais rápidos tenham alcançado médias superiores a 80 km/h!!! Continuando a manter este ritmo necessitaremos de aproximadamente 16 horas para cumprir todo o percurso de uma etapa do Dakar, mas para já é esse o nosso objectivo e esperamos alcançá-lo até ao final do dia de amanhã.

10º dia
Algures perto de Bou Naga, a caminho de Nouakchott – às portas de Nouakchott
08h40-01h30
430 km
Morrer na praia.



São neste momento 23h e estamos absolutamente imóveis a 500 metros do final de uma pista que nos trouxe do último sítio onde acampámos. O dia estava já a ser razoavelmente longo, graças aos quase 430 km que percorremos para chegar ao final de uma etapa do Dakar. A areia foi uma constante e o final do dia reservou-nos ainda uma extensa nuvem de pó, que andava já a ameaçar ao longo de todo o dia, que pura e simplesmente não se dissipava, o que nos complicou a vida de sobremaneira, pois atrasou-nos um pouco o ritmo que necessitávamos de ter para cumprirmos a etapa mais comprida de deserto que queríamos fazer (para podermos ver mais uma vez, provavelmente a última, os heróis do Dakar).
Quando estávamos mesmo quase a cheirar o asfalto, o Nissan Patrol, já completamente “no casco”, graças à condução aparentemente não tão económica de VMP, morreu por completo, pensando nós tratar-se tão só de uma falta de gasóleo trivial. Pois bem, isto sucedeu há duas horas… Entretanto, os mecânicos de serviço, PC e PMP, trataram de pôr mãos à obra, tentando analisar todos os ângulos da questão e resolvê-la, mas não conseguiram. Dirigiram-se algum tempo depois à bomba de gasolina da cidade, em cujo percurso demoraram cerca de uma hora, e não sei ainda que novidades trazem.
Entretanto, como bons portugueses que somos, assentámos arraiais e temos já o Camping Gaz a carburar para comermos o nosso esparguete e frango com bacon. Uma delícia!

Por último, gostaria apenas de deixar-vos com uma pequena história que ilustra bem a definição de que não existe deserto. Ontem à noite, achámos por bem acampar num determinado local, não interessa qual para o caso em questão. Depois do nosso repasto, fomos deitar-nos e, pois bem, acreditem quando vos digo que o sítio que escolhêramos, relativamente recolhido e abrigado, pensávamos nós, foi precisamente o local que uma equipa do Dakar e um conjunto de Mauritanos seleccionaram, à uma da manhã!, para acertar contas relativamente a uma ajuda que estes terão dado àquela. Imaginem a sensação…

Por hoje, é tudo, pois a noite antevê-se longa. No meio do infortúnio, há sempre espaço para vos dizer que o luar aqui é do mais belo que existe. Não temos as lanternas ligadas e conseguimos ver-nos uns aos outros perfeitamente. A paisagem é tão bela de noite como iluminada pela luz solar. Até amanhã.

PS – Que tal o nosso FC Porto?

Parte II

A noite acabou por volta da 1h30 da manhã, com o despertar marcado para as 05h30. Depois de terem chegado, PC e PMP deitaram mãos à obra para tentar pôr o “Titanic do deserto” a funcionar, o que não estava a ser nada fácil. Depois de um telefonema para o Sr. Fernando, não muito esclarecedor mas um pouco mais reconfortante (pois parecia confirmar-se o cenário de ausência de avarias mecânicas importantes), e de mais alguns largos minutos de tentativas, um dos senhores nipónicos das areias resolveu dar de si e mostrar-nos o seu imponente trabalhar. Acabámos por acampar mesmo ao lado da pista, para dormir as tais quatro horitas, com alguns de nós a comer um último reforço antes de ir dormir, pois não tinha havido tempo (nem disposição) para o habitual jantar. Houve inclusive membros da nossa expedição que nem paciência ou forças tiveram para montar a tenda, acabando por dormir no próprio jeep, hoje mais do que nunca coberto e revestido a pó.


11º dia
Às portas de Nouakchott – Nouakchott
05h30-15h30
150 km


O dia começou extremamente cedo, tal como previsto, para podermos deitar mais uma olhada aos artistas das areias, particularmente aos Portugueses. São neste momento 09h20 e já todos tomámos o segundo reforço de pequeno-almoço para podermos prosseguir a nossa aventura. Vimos já a partida das motos, incluindo os nossos bem portugueses Paulo Gonçalves e Hélder Rodrigues, que fez um óptimo resultado na etapa de ontem, por sinal, que pareceram satisfeitos de ver seis lunáticos de bandeira nacional em riste a tantos quilómetros de casa e depois de tanto cansaço acumulado. Estamos agora mesmo à espera da passagem dos carros, a ver que tal se portaram os participantes das quatro rodas. Quem sabe o que o dia nos reserva a seguir…

Segunda parte do dia e do relato: não consigo deixar de começar esta espécie de crónica sem referir o meu sincero lamento pela morte de um motard no Dakar. A nível pessoal, não posso deixar de sentir que a nossa viagem foi de alguma forma ensombrada pelo desaparecimento de alguém que quis apenas perseguir o seu sonho (por mais que eu tenha consciência dos riscos envolvidos). Essa foi sem dúvida a parte mais sombria de um dia que teve de tudo um pouco, e muito de coisas boas.
Na verdade, depois das motos, escolhemos mais uma vez um local perfeito para poder assistir a um verdadeiro acampamento de carros atascados, onde pudemos assistir à sagacidade de alguns... e à incompetência de outros. Com efeito, se por um lado houve equipas que demonstraram o quão bem estavam adaptadas ao ambiente muito particular do Dakar, outras houve por outro lado que provaram claramente não estarem talhadas para este tipo de provas. Em dois dias de prova, pudemos assistir em primeira mão a inépcia de determinados candidatos a terminar o Dakar. Mas nada nos marcou tanto como a falta de atitude de gente que parece pensar que o Dakar é uma prova de meninos e não de homens (e mulheres, por certo, como tão bem tem demonstrado Jutta Kleinschmidt) de barba rija. Com efeito, pudemos presenciar, mesmo à nossa frente, um atascanço (nada de particularmente anormal até aqui) de uma equipa de franceses que, após o atascanço, se limitaram a tirar a corda do guicho à espera que alguém passasse e tivesse o trabalho que não queriam ter. Não tentaram cavar, não fizeram qualquer esforço em termos de manobras e tentativas de desatascar o carro, nadam absolutamente nada. Quando constataram que ninguém ia parar para os assistir (afinal de contas, o Dakar é uma prova e eles não corriam qualquer risco de saúde), iniciaram de forma bem vagarosa e pausada alguns trabalhos básicos de tentativa de retirar o veículo daquela posição incómoda. E isto ao fim de 20 minutos sem nada fazer...!!
Não satisfeitos com o seu trabalho, tiveram a distinta lata de nos pedir a nós, assistência, ajuda quando haviam demonstrado durante largos minutos não terem predisposição ou paciência para fazer um esforço mínimo para se libertarem de uma situação que não é propriamente caso virgem no Dakar. Se eles não estavam interessados em resolver o seu próprio predicado, deveríamos nós ser bons samaritanos? Sem discutir o assunto entre nós, todos tivemos a mesma sensação: não!
Depois de vermos todos os concorrentes (e quero mesmo dizer todos), recolhemos às nossas viaturas e decidimos provar mais uma vez as delícias das pistas do Dakar e tentar verificar até que ponto se justificavam todos aqueles problemas em que os concorrentes se foram envolvendo. Sem querer de forma alguma fugir à modéstia, posso dizer-vos que os membros da nossa expedição não se safaram nada, mesmo nada mal. E, sempre que foi preciso desatascar um veículo (e não foram assim tantas as vezes, graças aos dotes de pilotagem dos condutores), toda a gente meteu mãos à obra, sem qualquer receio. Imaginem se tivéssemos carros preparados, é o que passa pela cabeça de todos…
Como fait-divers para melhor compreensão do que é a extensão de uma etapa do Dakar, fica aqui um exemplo: Carlos Sainz, famoso ex-piloto de rally, saiu para a etapa de Sábado às 11h00, tendo passado por nós pouco tempo depois. No entanto, uma avaria fê-lo perder cerca de sete horas em reparações, o que significou que demorou aproximadamente 18 horas (!!) para cumprir a etapa. Até aqui, nada de estranho. A parte mais inacreditável é aquela que refere que não esteve sequer perto de ser o último (81º em 114 concorrentes)…!

No fim da transposição da duna aparentemente mais elevada da região, parámos os carros e fizemos aquilo que julgo que todos queríamos fazer desde que chegámos: rebolar e saltar pelas dunas e cobrir-nos de areia. As fotografias falam muito melhor do que qualquer texto que possamos escrever, garanto-vos. Durante estes relativamente breves momentos, pudemos “enjoyar”, nas palavras de MMP, o deserto, o descanso, o dolce far niente. E foi aí que tivemos também a plena sensação de que as férias estavam no seu ponto de viragem. De súbito, o ritmo alterou-se e toda a atitude de calcorrear quilómetros para irmos em direcção a algo pareceu ser substituída por uma vontade de férias no sentido mais relaxado do termo.
Para terminar o dia em beleza, optámos por ir para o parque de campismo de Nouakchott, o qual se encontrava paredes-meias com a praia. Ou seja, por volta das quatro horas da tarde, demo-nos a nós mesmos o direito de simplesmente fazer nada. Enfiámo-nos nos nossos calções de banho e ala para a praia, em que todos tinham os olhos postos desde que chegáramos. Demos o nosso primeiro mergulho do ano em águas surpreendentemente frias de acordo com as nossas expectativas. Depois disso, tomámos o nosso primeiro banho de água quente (um pequeno fio, mas que pouco interessava no dia de ontem) em dias e todos quiseram envergar o seu melhor traje para um pequeno luxo: jantar fora! O restaurante ofereceu boa comida, em toda a sinceridade, mas podemos dizer-vos que demorámos cerca de três (!!) horas desde que entrámos até sairmos. Todos nós fechámos as pálpebras, durante momentos mais ou menos longos, enquanto esperávamos a chegada dos alimentos e fomos trocando histórias e piadas nem sempre brilhantes, diga-se, mas quase sempre engraçadas. O dia valeu definitivamente por tudo isto e por coisas mais que implicaria uma escrita ainda mais extensa e enfadonha. Além disso, se o fizéssemos, não teríamos nada para vos contar aquando da nossa chegada, não é verdade? Por hoje, é tudo. Amanhã é terça-feira, e as férias encaminham-se rapidamente, com grande pena nossa, para o fim. Até amanhã.


12º dia
Nouakchott – 200 km de Nouadhibou
11h00-19h00
280 km
Pequenos luxos



As nossas férias estão de facto a aburguesar-se. Já não chegava o jantar em restaurante, o banho de água quente, a praia a 15 metros dos nossos aposentos, como ainda nos demos ao luxo de acordar sem horas previamente marcada e tomar o pequeno-almoço no restaurante/refeitório em obras mas já terminado, por certo, virados para o mar. Tivemos o azar de querer trocar dinheiro em dia feriado, o que nos remeteu para os negociantes de rua, que parecem mel, nas sábias palavras de PMP, quando se apercebem que há estrangeiros querendo trocar euros. Mas são estes os pequenos encantos e diferenças dos países a que nos propusemos vir, e disso já sabíamos de antemão.

A segunda parte do dia desenrolou-se na sua quase totalidade numa pista à beira-mar. Seguimos a sugestão de uns amigos de PG e fizemos uma boa parte da nossa viagem vendo a maré a encher e desfrutando a paisagem. No entanto, a parte mais animada do dia estava ainda por vir. MMP, com certeza ainda mais espicaçado do que o costume pelo Dakar, sugeriu uma prova de orientação a cerca de 50 km do nosso destino de hoje: o parque de campismo. A prova de MMP e PC correu dentro do normal, pois ambos optaram por seguir o caminho mais rápido: o estradão que ligava os dois pontos. MMP, como sempre, optou pelo caminho não mais rápido mas mais directo, não obstante dunas, tufos e afins. Como é óbvio, não foi o primeiro a chegar mas isso não era para si o mais importante, disse-nos depois.
A parte mais curiosa foi termos chegado ao waypoint do GPS indicado como o parque de campismo e termos confirmado que não havia nada em volta, muito menos no dito ponto. Encontrámos sem grandes dificuldades o parque de campismo e ficámos por cá, numa tenda T0, com 30 e poucos metros quadrados, em regime de camarata. O sono começou a apoderar-se de nós por volta da hora de jantar e um dos nossos membros chegou mesmo a manifestar alguns sintomas de quem estava prestes a ficar doente, mas acabou por, como sói dizer-se, “não se dar à doença”. Por hoje, é tudo, até amanhã.


13º dia
200 km de Nouadhibou – Boujdour
10h30-23h00
775 km

Chuva! O dia começou com chuva, para algum espanto nosso, embora não total, pois o dia de ontem já tinha acenado essa possibilidade e até trazido algumas gotas durante a hora de jantar. Está a chover de forma razoável, o que veio dificultar em larga medida os nossos planos de conhecer uma parte do Parque de Arguin de barco. Como tal, alterámos a nossa agenda para cumprir quilómetros até ao outro lado da fronteira entre Marrocos e a Mauritânia. A ver como o dia corre. Quem sabe se com mais uma prova de orientação...

O resto do dia trouxe um pouco mais do mesmo: quilómetros. Agora que as aventuras e desventuras da Mauritânia chegaram a um fim, penso que todos temos neste momento apenas um fim em vista: a chegada ao Porto. Marrocos parece subitamente demasiado europeizado, quando comparado com a atitude e cenário mauritanos.
Com este objectivo em mente, propusemo-nos fazer o máximo de quilómetros possível. A viagem correu muito bem, com um ritmo razoavelmente elevado, e há a destacar particularmente a facilidade com que nos fomos desembaraçando dos sucessivos controlos fronteiriços, para nossa geral surpresa. Já o relógio apontava para um pouco depois das nove da noite quando se chegou à decisão, ainda que não consensual, diga-se, de tentar prolongar o “esticanço” até Laayoune. A nossa opção foi claramente obstada pela chuva que pouco depois começou a fazer-se sentir, dificultando em boa medida a continuação da nossa viagem. Como tal, resolvemos pernoitar na cidade “descoberta” por Bartolomeu Dias, o Bojador, ou, na versão original, Boujdour. Não há muito a dizer da cidade em si, excepto ressalvar a possibilidade de um banhinho de água quente e uma noite mais bem dormida. Amanhã, recomeçará a nossa jornada em direcção ao Porto. Logo mais veremos até onde nos leva desta vez. Até amanhã.


14º dia
Boujdour – Agadir
10h00-19h30
810 km

Após um pequeno-almoço retemperador, lá nos fizemos ao caminho para devorar mais um pouco de asfalto. As paisagens e os cenários vão-se sucedendo pausada mas constantemente e o tempo que teima em passar mais vagarosamente é auxiliado por um cd ou uma boa conversa, ou até pela escrita desta humilde espécie de pasquim. As memórias são já mais do que muitas e já não é tarde para começar a relembrá-las da forma mais vívida possível.

5 Comments:

  • hmmm... Denoto uma certa vontade de voltar mas de maneira diferente! Grandes fotos by the way! Mal posso esperar por ver essa cena toda. O porto continua a sua marcha com 6 pontos de avanço para o segundo. A equipa joga bem e já temos um defesa esquerdo!! Yupee!
    Já agora fica a classificaçao do Dakar: Motos -
    1 002 COMA (ESP)KTM 52:09:45
    2 001 DESPRES (FRA)KTM 00:31:16
    3 009 BLAIS (USA) KTM 02:12:14
    4 042 STREET(USA) KTM 09:30:15

    Carros-
    1 302 ALPHAND (FRA)
    PICARD (FRA) MITSUBISHI 46:25:52 00:00:00
    2 305 DE VILLIERS (AFS)
    THORNER (SUE) VOLKSWAGEN 46:46:23 00:20:31
    3 304 ROMA (ESP)
    MAGNE (FRA) MITSUBISHI 47:46:38 01:20:46
    4 300 PETERHANSEL (FRA)
    COTTRET (FRA) MITSUBISHI 49:16:57 02:51:05

    Camião-
    1 508 CHAGIN (RUS)
    YAKUBOV (RUS)
    SAVOSTIN (RUS) KAMAZ 61:20:49 00:00:00
    2 524 STACEY (HOL)
    GOTLIB (BEL)
    DER KINDEREN (HOL) MAN 64:21:47 03:00:58
    3 500 KABIROV (RUS)
    BELYAEV (RUS)
    MOKEEV (RUS) KAMAZ 64:56:13 03:35:24

    Bom regresso a casa! E claro... conduzam com cuidadinho que as estradas por cá sao mais perigosas que o Dakar!
    Abraço.

    By Anonymous Zé Pereira, at 1/13/2006 1:18 da tarde  

  • Estou fascinada !!!
    A qualidade da escrita surpreende-me e deixa-me orgulhosa.
    Quantos jornalistas gostariam de assim conseguir fazer! VMP investe, porque vais ter muito sucesso. Os elogios têm sido mais que muitos e generalizados.

    Quanto há qualidade dos "drivers", não tinha dúvidas porque sempre o têm provado.

    Hoje digo: Quem me dera ter estado com vocês !!! Até sabado

    By Anonymous mamp, at 1/13/2006 1:21 da tarde  

  • Bom dia a todos! "Vai ser canja" conseguir patrocínios no próximo ano! As imagens estão fabulosas. O tempo não é muito e por isso aqui fica um beijo grande de bom regresso a casa para todos,
    Joana
    P.S. Hiii Basco, que eu não dava para descer uma duna (das grandes) aos trambolhões...

    By Anonymous Joana, at 1/13/2006 2:08 da tarde  

  • Parabens pela aventura e pela descrição desta que me pôs com ainda mais vontade de levar o meu velhinho BJ40 as areias da mauritania.
    Mais uma vez parabens e um abraço aqui da Póvoa de Varzim

    By Anonymous Xano Monte, at 2/17/2006 12:56 da tarde  

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